Cinema amador em Cinearte

Como parte de sua pesquisa de doutorado, a integrante do LUPA Lila Foster inventariou as colunas sobre cinema amador publicadas na revista Cinearte, a partir de 1926, digitalizadas pelo projeto Biblioteca Digital das Artes do Espetáculo, do Museu Lasar Segall. A catalogação resultante, inédita, está sendo disponibilizada no site do LUPA. Abaixo, a descrição de cada coluna e o arquivo de sua digitalização em pdf.

 COLUNA  VOL ED DATA DESCRIÇÃO TERMOS DESCRITORES
Um pouco de technica  1 1 Fevereiro, 1926 O amador de cinematographia deve iniciar a sua prática pela photographia. fotografia; Kodak;
Um pouco de technica 1 2 1926 Apparelhamento Aparelhos; fotografia; química
Um pouco de technica 1 3 17 de Março, 1926 Tipos de aparelhos, Pathé-baby e as suas dificuldades, bitola como proteção de mercado operações, tempo de pose aparelhos; Pathé; Gaumont; fotometria
Um pouco de technica 1 4 17 de Março, 1926 Caso do cinematografista francês que veio para o Brasil e uso suas químicas e técnicas francesas que não deu certo aqui; conceito de pose fotografia; química
Um pouco de technica 1 5 31 de março, 1926 Como se deve girar a manivela fotometria
Um pouco de technica 1 6 7 de abril, 1926 Mudança na velocidade, truc cinematográfico, luz natural e luz artificial, estúdios antigos, lâmpada de mercúrio, comparação entre cinema americano e cinema europeu aparelhos; fotografia
Um pouco de technica 1 7 14 de abril, 1926 Começam as respostas à cartas, “Consultas” do Rio, São Paulo, BH; “Miss Brown” aparelhos; química
Um pouco de technica 1 8 21 de abril, 1926 Marcação de negativo; tambor, cubas revelação; química
Um pouco de technica 1 9 28 de abril, 1926 Formulário revelação; Kodak
Um pouco de technica 1 10 5 de maio, 1926 Formulário; fixador; colaboração de operadores para produção de imagens que são compradas por empresas produtoras; Ai está o meio, pois, de compensar de alguma sorte o dinheiro dispendido com o caro divertimento que é a cinematographia de amador; laboratório; profissional x amador revelação;
Um pouco de technica 1 11 12 de maio, 1926 As soluções photographicas revelação; química
Um pouco de technica 1 12 19 de maio, 1926 Trabalhos de laboratorio. Formulas
Um pouco de technica 1 13 26 de maio, 1926 Apparelhamento de laboratorio
Um pouco de technica 1 14 2 de junho, 1926 Revelador, reveladores concentrados; listagem das sucursais da Universal no final da coluna, cidades Recife, POA, Bahia, Ribeirão Preto, BH, Curityba, Sul de Minas, Campos, Ubá revelação; química
Um pouco de technica 1 15 1926 Tratamento da água; revelação de um negativo revelação; química
Um pouco de technica 1 17 23 de junho, 1926 Clichés; problemas que podem acontecer na revelação, manchas, bolhas revelação; química
Um pouco de technica 1 18 30 de junho, 1926 Revelação de positivos; copiadeira copiagem; Duplex; Bell & Howell
Um pouco de technica – Theoria 1 19 7 de julho, 1926 Descrição da produção do filme cinematográfico; velocidade do filme (16 q/s); cita a resolução d a SMPE de standardização das perfurações Copiagem; Pathé-Baby
Um pouco de technica 1 20 7 de julho, 1926 Cuidado com cópias, emendas, distribuição de cópias no país; exibidores e exibição projeção; exibição; distribuição
Um pouco de technica – Theoria 1 21 21 de julho, 1926 Emendas, problemas na projeção; aparelhos para emendas de filme; indenizações para estrago de filmes, coladeira exibição; distribuição
Um pouco de technica – Theoria 1 22 28 de julho, 1926 Como colar filme, tipos de colas, receitas para fazer cola, inspeção exibição; distribuição
Um pouco de technica 1 23 4 de agosto, 1926 Cabine de projeção, limpeza do filme, remoção da emulsão, de poeira, elogia os cinemas da Companhia Brasil Cinematographica Projeção
Um pouco de technica – As câmaras de projecção – Limites da visão 1 25 18 de agosto, 1926 Projeção, construção de novas salas e necessidade de padrões técnicas Projeção; exibição
Um pouco de technica 1 26 25 de agosto, 1926 Distância para as cabines de projeção e a tela, precauções sobre incêndios Projeção; exibição
Um pouco de technica 1 27 1 de setembro, 1926 Câmara de projeção Projeção
Um pouco de technica 1 27b 1 de setembro, 1926 Câmara de projeção (parte 2) Projeção
Um pouco de technica 1 29 15 de setembro, 1926 Limpeza na câmara de projeção; prevenção de incêndios em cinemas; aparelhos de projeção, lanternas Projeção
Um pouco de technica 1 30 22 de setembro, 1926 Lanternas Projeção
Um pouco de technica 1 31 29 de setembro, 1926 Lubrificação; queima de carvão Projeção
Um pouco de technica 1 32 6 de outubro, 1926 Lâmpadas incandescentes, carvão, arco voltáico
Um pouco de technica 1 33 13 de outubro, 1926 Condensador Projeção
Um pouco de technica 1 34 20 de outubro, 1926 Cruz de malta Projeção
Um pouco de technica 1 35 27 de outubro, 1926 Telas de cinema Projeção
Um pouco de technica 1 36 3 de novembro, 1926 Operador
Um pouco de technica 1 37 10 de novembro, 1926 Velocidade de projeção Projeção
Um pouco de technica 1 37b 10 de novembro, 1926 Velocidade de projeção (fim) Projeção
Um pouco de technica 1 38 17 de novembro, 1926 Projeção que prejudica a vista, a retina Projeção
Um pouco de technica 1 39 24 de novembro, 1926 Defeitos de projeção, “flou”, fora de foco, campanha por bons operadores e bons equipamentos de projeção Projeção
Um pouco de technica 1 40 1 de dezembro, 1926 Cita a publicação da Kodak, “The motion picture theatre, its illuminations and the selections of a screen” Projeção; exibição
Um pouco de technica 1 41 8 de dezembro, 1926 Ampliação dos filmes Projeção; exibição
Um pouco de technica 1 42 15 de dezembro, 1926 Segurança das cabines de projeção e segurança das telas Projeção; exibição
Um pouco de technica 1 44 29 de dezembro, 1926 Ventilador nos projetores, texto é uma propaganda da Brupp Enermann Projeção
Um pouco de technica 2 45 5 de janeiro, 1927 Ampliação Projeção
Um pouco de technica 2 46 12 de janeiro, 1927 Projeções em cidade do interior; falta de operadores hábeis Projeção
Um pouco de technica 2 46b 12 de janeiro, 1927 Projeções em cidade do interior; falta de operadores hábeis Projeção
Um pouco de technica 2 46c 12 de janeiro, 1927 Projeções em cidade do interior; falta de operadores hábeis Projeção
Um pouco de technica 2 47 19 de janeiro, 1927 Projeção na cidade versus interior; operadores que preferem Pathé; tradução de trechos do Formulário Feral e Guia da Motion Pictures Engineers, Soc. que ajudará os projecionistas; importância da lubrificação dos projetores Projeção
Um pouco de technica 2 47b 19 de janeiro, 1927 Projeção na cidade versus interior; operadores que preferem Pathé; tradução de trechos do Formulário Feral e Guia da Motion Pictures Engineers, Soc. que ajudará os projecionistas; importância da lubrificação dos projetores Projeção
Um pouco de technica 2 48 26 de janeiro, 1927 Óleo lubrificante para projetores, tipos de óleos disponíveis, recomenda os lubrificantes disponibilizados pelos fabricantes de projetores Projeção
Um pouco de technica 2 49 2 de feveiro, 1927 O intermitente do projetor, lubrificação Projeção
Um pouco de technica 2 50 9 de fevereiro, 1927 Obturador móvel dos aparelhos de projeção Projeção
Um pouco de technica 2 51 16 de feveiro, 1927 Funcionamento do projetor Projeção
Um pouco de technica 2 52 23 de feveiro, 1927 Equipamento Projeção
Um pouco de technica – Ainda o Vitaphone 2 53 2 de março, 1927 Vitaphone – coluna escrita por Raul de Toledo Galvão (correspondente de Cinearte em New York) – narra o lançamento do Vitaphone, projeções; Cruz de Malta Som; projeção
Um pouco de technica – Ainda o Vitaphone 2 53b 2 de março, 1927 Vitaphone – coluna escrita por Raul de Toledo Galvão (correspondente de Cinearte em Nova Iorque) – narra o lançamento do Vitaphone, projeções; Cruz de Malta (parte 2) Som; projeção
Um pouco de technica 2 55 16 de março, 1927 Pequena coluna técnica assinada por Arthur Coelho, nosso correspondente em New York; filme três dimensões, processo estereoscópico; cita a publicação “Motion Pictures” no pequeno artigo sobre make-up Película; Kodak; Goerz Film; Vitagraph; projeção
Um pouco de technica 2 57 30 de março, 1927 Maneiras de colorir um filme; filmes coloridos Película; química
Um pouco de technica 2 58 6 de abril, 1927 Banhos de “vivagem”; vivagem para obter coloração anilada e vivagem verde Película; química; Vitaphone
Um pouco de technica 2 59 13 de abril, 1927 “Vivagem” sépia e “vivagem” carmin Película; química; Kodak
Um pouco de technica 2 60 20 de abril, 1927 Vivagem, temperatura dos banhos Película; química; Kodak
Um pouco de technica 2 61 27 de abril, 1927 Viragem Película; química; Kodak
Um pouco de technica 2 62 4 de maio, 1927 Viragem Película; química; Kodak
Um pouco de technica 2 63 11 de maio, 1927 Viragem Película; química; Kodak
Um pouco de technica 2 64 18 de maio, 1927 Um pouco de technica Película; química; Kodak
Um pouco de technica 2 65 25 de maio, 1927 Secagem das películas viradas, handspainting Película; química; Kodak
A tela em revista 2 68 15 de junho, 1927 título
Um pouco de technica 2 71 6 de julho, 1927 O cinema amador; Movieton; Teremos cinema no Brasil…, invenção de película mais sensível, permitindo filmagens noturnas sem uso de holofotes: “As economias, no que diz respeito a eletricidade, com o novo invento, serão incalculáveis, além disso tornará o trabalho dos artistas muito mais confortável. A filmagem brasileira está precisando mesmo deste celulóide.” Kodak; Pathé-Baby; película; cinema amador
Um pouco de technica 2 79 31 de agosto, 1927 MENOR METRAGEM – JÁ SE PODE FILMAR SEM MAKE-UP – NOVA PELÍCULA – CINEMA AMADOR: Invenção de projetor na França que mostra apenas sete imagens por segundo reduzindo o uso de celulóide: “Não estamos dizendo que acabarão por filmar sem machina e sem fita?” Película; cinema amador
Um pouco de technica 2 80 7 de setembro, 1927 CAPÍTULO I – Cinematografia Cinematografia; cinema amador
Um pouco de technica 2 81 14 de setembro, 1927 cont. CAPÍTULO I; Cruz de Malta, métodos gerais de como se realiza o movimento do filme Cinematografia; cinema amador
Um pouco de technica 2 82 21 de setembro, 1927 cont. CAPÍTULO I; coluna bem técnica sobre o movimento do filme na câmera e no projetor; cinematografia de representação e o jornal cinematográfico, possibilidade do amador ter compensação financeira para os seus trabalhos Cinematografia; cinema amador; Pathé
Um pouco de technica 2 83 data CAPÍTULO II – CÂMARAS CINEMATOGRAPHICAS PARA AMADORES – descrição da câmera Vitalux e custos para compra de filme e revelação Cinematografia; cinema amador; Vitalux Cinema Company; câmeras
Um pouco de technica 2 85 12 de outubro, 1927 cont. CAPÍTULO II; descrição do sistema Kodak Cinematografia; cinema amador; câmeras; Vitalux; Kodak; Victor
Um pouco de technica 2 85b 12 de outubro, 1927 cont. CAPÍTULO II; descrição do sistema Kodak Cinematografia; cinema amador; Vitalux; Kodak; Victor
Um pouco de technica 2 86 19 de outubro, 1927 cont. CAPÍTULO II; velocidade de filmagem, giro da manivela Cinematografia; cinema amador; câmeras; câmera Victor; Bell & Howell; Pathescope
Um pouco de technica 2 86b 19 de outubro, 1927 cont. CAPÍTULO II; velocidade de filmagem, giro de manivela Cinematografia; cinema amador; câmeras; câmera Victor; Bell & Howell; Pathescope
Um pouco de technica 2 88 2 de novembro, 1927 cont. CAPÍTULO II Cinematografia; cinema amador; câmeras; Pathescope
Um pouco de technica 2 89 9 de novembro, 1927 CAPÍTULO III – câmeras profissionais e substandard, câmera “Home De Frame” Câmeras; cinema amador
Um pouco de technica 2 90 16 de novembro, 1927 CAPÍTULO III – CINEMATOGRAFIA PARA AMADORES; CAPÍTULO IV – CÂMARAS PROFISSIONAIS Câmeras; cinema amador
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz 3 144 28 de novembro, 1928 Introdução ao amadorismo, princípios, equipamentos disponíveis no Brasil; lista de assuntos do que se refere a nossa cinematografia de amadores: interpretação, a fotografia, a iluminação, a scenarização, a direção, o vestiário, a titulagem, a edição, a maquiagem, a montagem, a publicidade e a locação Câmeras; cinema amador; Bell & Howell; Pathé Baby; Q.R.S; Kodak; cinematografia
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz 3 144b 28 de novembro, 1928 Introdução ao amadorismo, princípios, equipamentos disponíveis no Brasil; lista de assuntos do que se refere a nossa cinematografia de amadores: interpretação, a fotografia, a iluminação, a scenarização, a direção, o vestiário, a titulagem, a edição, a maquiagem, a montagem, a publicidade e a locação Câmeras; cinema amador; Bell & Howell; Pathé Baby; Q.R.S; Kodak; cinematografia
O desenvolvimento do cinema amador 3 144c 28 de novembro, 1928 Introdução ao amadorismo, princípios, equipamentos disponíveis no Brasil; lista de assuntos do que se refere a nossa cinematografia de amadores: interpretação, a fotografia, a iluminação, a scenarização, a direção, o vestiário, a titulagem, a edição, a maquiagem, a montagem, a publicidade e a locação Câmeras; cinema amador; Bell & Howell; Pathé Baby; Q.R.S; Kodak; cinematografia
O desenvolvimento do cinema amador no nosso paiz 3 145 5 de dezembro, 1928 A questão photographica – começar no amadorismo pela fotografia; descrição muito específica das lentes objetivas disponíveis no mercado: Menisco Achormática, Rapida Rectilinea, Anastigmática Fotografia; câmeras; cinema amador
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz 3 145b 5 de dezembro, 1928 A questão photographica – começar no amadorismo pela fotografia; descrição muito específica das lentes objetivas disponíveis no mercado: Menisco Achormática, Rapida Rectilinea, Anastigmática Fotografia; câmeras; cinema amador
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – Ainda a questão photographica 3 146 12 de dezembro, 1928 Fotografia e cinema se assemelham mas não podem ser considerados a mesma coisa, o uso das lentes, emprego de filtros, importância do tripé Fotografia; cinema amador
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – Ainda a questão photographica 3 146b 12 de dezembro, 1928 Fotografia e cinema se assemelham mas não podem ser considerados a mesma coisa, o uso das lentes, emprego de filtros, importância do tripé Fotografia; cinema amador
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – A questão de scenario 3 147 19 de dezembro, 1928 Erros comuns dos cinegrafistas amadores e preocupação com a platéia específica dos filmes amadores; filme de família vs. filme de enredo, possibilidade de adaptação literária (cita exemplos da filmografia internacional), cita a “História do Fantasma Inexperiente” de Henry G. Well; particularidades do cinema profissional versus cinema amador Kodak; cinema amador
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – A questão de scenario 3 147b 19 de dezembro, 1928 Erros comuns dos cinegrafistas amadores e preocupação com a platéia específica dos filmes amadores; filme de família vs. filme de enredo, possibilidade de adaptação literária (cita exemplos da filmografia internacional), cita a “História do Fantasma Inexperiente” de Henry G. Well; particularidades do cinema profissional versus cinema amador Kodak; cinema amador
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – A questão das montagens 3 148 26 de dezembro, 1928 Montagem = cenário; comparação com a estrutura do cinema profissional; equipe amadora deve ser pequena e composta por familiares e amigos Montagem
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – A questão das montagens 3 148b 26 de dezembro, 1928 Montagem = cenário; comparação com a estrutura do cinema profissional; equipe amadora deve ser pequena e composta por familiares e amigos Montagem
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – A questão do vestiário 4 149 2 de janeiro, 1929 Câmera para a classe de “fans”; elitismo; o vestuário deve ser simples e estar próximo do universo do amador para não soar rídiculo; voltam as “atualidades hollywoodianas”
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – O problema da iluminação 4 150 9 de janeiro, 1929 Tipos de luz: solar, arco voltáico e efeitos luminosos (sais de magnésio, o sódio, o potássio, o estrôncio); lições sobre eletricidade (muito técnica); lâmpada Júpiter Cinema amador
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – O problema da iluminação 4 150b 9 de janeiro, 1929 Tipos de luz: solar, arco voltáico e efeitos luminosos (sais de magnésio, o sódio, o potássio, o estrôncio); lições sobre eletricidade (muito técnica); lâmpada Júpiter Cinema amador
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – A questão directorial 4 151 16 de janeiro, 1929 SBF é de Icarahy; papel do diretor; pequena encenação de como deve atuar um diretor usando todos os preceitos ensinados nas colunas anteriores Cinema amador; associações
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – A questão directorial 4 151 16 de janeiro, 1929 SBF é de Icarahy; papel do diretor; pequena encenação de como deve atuar um diretor usando todos os preceitos ensinados nas colunas anteriores Cinema amador; associações
O moderno cinema brasileiro 4 151b 16 de janeiro, 1929 Fotos de jovens amadores cineastas
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – Uma questão importante: a interpretação 4 152 23 de janeiro, 1929 Lei dos Typos; Manifestação de apoio ao grupo de barro humano
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – A questão da maquilagem 4 154 6 de feveireiro, 1929 Metáforas da mitologia (classicismo); retroalimentação com a publicidade; a cor no cinema e a cor no teatro; carta de Eva Nil Amador
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – A questão da maquilagem 4 154b 6 de feveireiro, 1929 Metáforas da mitologia (classicismo); retroalimentação com a publicidade; a cor no cinema e a cor no teatro; carta de Eva Nil Amador
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – uma questão de bom gosto: a locação 4 155 13 de feveiro, 1929 Distinção entre o termo em inglês e o termo em português; diferença entre o profissional e o amador; conhecimento de geografia, terreno de m país; as locações nos filmes silenciosos em 1918, cita o desaparecimento do velho Odeon; usa termo da fotografia como “flous”; descrição das belezas naturais e das praias do Rio
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – uma questão de bom gosto: a locação 4 155b 13 de feveiro, 1929 Distinção entre o termo em inglês e o termo em português; diferença entre o profissional e o amador; conhecimento de geografia, terreno de m país; as locações nos filmes silenciosos em 1918, cita o desaparecimento do velho Odeon; usa termo da fotografia como “flous”; descrição das belezas naturais e das praias do Rio
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – Uma questão mais cinemática do que literária: a titulagem 4 156 20 de feveiro, 1929 Descreve de forma muito engraçada um projeção com os equipamentos Pathé para no final criticar a tradução das cartelas; português versus brasileiro; pede para a Casa Pathé Baby aparelhar os seus laboratórios para a factura dos títulos aqui no Rio; Societé Franco-Bresilienne; afirma que da Kodak não se pode reclamar porque “Que se poderia dizer se o stock ainda não foi remetido, a não ser uma meia dúzia de pelítulas de Cartlito, com títulos “em inglez”; descreve a relação com as lojas de vendas de filmes e equipamentos Pathé; Kodak; Lutz & Ferrando
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – Uma questão mais cinemática do que literária: a titulagem 4 156b 20 de feveiro, 1929 Descreve de forma muito engraçada um projeção com os equipamentos Pathé para no final criticar a tradução das cartelas; português versus brasileiro; pede para a Casa Pathé Baby aparelhar os seus laboratórios para a factura dos títulos aqui no Rio; Societé Franco-Bresilienne; afirma que da Kodak não se pode reclamar porque “Que se poderia dizer se o stock ainda não foi remetido, a não ser uma meia dúzia de pelítulas de Cartlito, com títulos “em inglez”; descreve a relação com as lojas de vendas de filmes e equipamentos Pathé; Kodak; Lutz & Ferrando
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – a edição 4 157 27 de fevereiro, 1929 Comparação entre o trabalho de profissionais e de amadores (neophytos); rushes, copião; montagem na câmera, no momento da filmagem, “tomada pela ordem” Pathé
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – A questão final: a publicidade 4 158 6 de março, 1929 Cinema de amador não é coisa para crianças, exemplo do professor Dr. Carlos Werneck que usava o seu Pathescope para projeção de filmes científicos nas escolas; publicidade e a possibilidade de vender cópias do seu film ; cita “amador que filmou o Rio à noite, quando Hoover foi nosso hóspede” ; convite aos amadores Better Pictures Club
O desenvolvimento do cinema de amadores no nosso paiz – A questão final: a publicidade 4 158b 6 de março, 1929 Cinema de amador não é coisa para crianças, exemplo do professor Dr. Carlos Werneck que usava o seu Pathescope para projeção de filmes científicos nas escolas; publicidade e a possibilidade de vender cópias do seu film ; cita “amador que filmou o Rio à noite, quando Hoover foi nosso hóspede” ; convite aos amadores Better Pictures Club
O cinema de amadores 4 160 20 de março, 1929 Inaugura a seção, relato sobre as primeiras exibições em Recife (Santa Isabel), troca de correspondência entre “fans” americanos e brasileiros em 1923, filme da Fox News sobre a chegada do presidente Hoover no Brasil, anuncio de filmes das bibliotecas Pathé, DeVry e Kodascope, amadores americanos, casa Lutz e Fernando recebem para a venda a câmera Victor com três velocidades, a música para o filme amador
Cinema de amadores 4 161 27 de março, 1929 TEXTO DO DIRETOR J.S.Watson – O amador tem que ter controle de si, não é possível comparar os métodos de produção do profissional e do amador, a referênncia é o Caligari / Carta de J.P.D. De Curytiba perguntando sobre que máquina comprar, cita Benedetti Tradução; Rochester
Cinema de amadores 4 161b 27 de março, 1929 TEXTO DO DIRETOR J.S.Watson – O amador tem que ter controle de si, não é possível comparar os métodos de produção do profissional e do amador, a referênncia é o Caligari / Carta de J.P.D. De Curytiba perguntando sobre que máquina comprar, cita Benedetti Tradução; Rochester
Cinema de amadores 4 162 3 de abril, 1929 Cita Amateur Cinema League, Rochester como a Hollywood dos Amadores, tradução de texto de Arthur L. Gale, discussão sobre estética, “quem é bom já nasce pronto”, “realização mais espiritualmente possível”, cinema e teatro Tradução; método de trabalho; scenario; Rochester
Cinema de amadores 4 162b 3 de abril, 1929 Cita Amateur Cinema League, Rochester como a Hollywood dos Amadores, tradução de texto de Arthur L. Gale, discussão sobre estética, “quem é bom já nasce pronto”, “realização mais espiritualmente possível”, cinema e teatro Tradução; método de trabalho; scenario; Rochester
Cinema de amadores 4 163 10 de abril, 1929 Dicas técnicas; Kodacolor, amadores da Austrália, Pennsylvania, Motion Picture Club, Amateur Cinema League; várias endereços de empresas e instituições estrangeiras; copiadeiras para profissionais Técnica; Rochester
Cinema de amadores 4 163b 10 de abril, 1929 Dicas técnicas; Kodacolor, amadores da Austrália, Pennsylvania, Motion Picture Club, Amateur Cinema League; várias endereços de empresas e instituições estrangeiras; copiadeiras para profissionais Técnica; Rochester
Cinema de amadores 4 164 17 de abril, 1929 Custos de produção (em dólares); tipos de amadores; Photoplay; cita diversos filmes de amadores norte-americanos; estatíca da produção de filmes da ACL; câmera Ol’ywood Tradução; ACL
Cinema de amadores 4 164b 17 de abril, 1929 Custos de produção (em dólares); tipos de amadores; Photoplay; cita diversos filmes de amadores norte-americanos; estatíca da produção de filmes da ACL; câmera Ol’ywood Tradução; ACL
Cinema de amadores 4 165 24 de abril, 1929 Congresso SMPE; defesa do 16mm como film standard do amador; tipos de amadores: fazedor de fitas de casa, amadores-produtos e o uso prático do cinema de amador por profissionais como cientistas, estudantes, empregados do comércio; desenvolvimento da câmera de amadores; distinção entre os amadores, amador sério Tradução
Cinema de amadores 4 165b 24 de abril, 1929 Congresso SMPE; defesa do 16mm como film standard do amador; tipos de amadores: fazedor de fitas de casa, amadores-produtos e o uso prático do cinema de amador por profissionais como cientistas, estudantes, empregados do comércio; desenvolvimento da câmera de amadores; distinção entre os amadores, amador sério Tradução
Cinema de amadores 4 166 1 de maio, 1929 Preço do filme e da revelação; disputa de mercado França, Alemanha e EUA Tradução; França
Cinema de amadores 4 167 8 de maio, 1929 Amadorismo pra profissionalismo, novos “Humberto Mauro”; Deficiência de Material; defeitos da câmeras Pathé e Kodak
Cinema de amadores – Um meio prático de editar os filmes 4 169 22 de maio, 1929 Como editar um filme; tiras de conservação
Cinema de amadores – Um meio prático de editar os filmes 4 169b data Como editar um filme; tiras de conservação
Cinema de amadores 4 170 29 de maio, 1929 Duas palavras aos amadores – lentes, câmera escura Química; física
Cinema de amadores 4 170b 29 de maio, 1929 Duas palavras aos amadores – lentes, câmera escura Química; física
Cinema de amadores 4 171 5 de junho, 1929 Longos planos e filmagens à noite Roteiro; scenário; técnica; iluminação
Cinema de amadores 4 171b 5 de junho, 1929 Longos planos e filmagens à noite Roteiro; scenário; técnica; iluminação
Cinema de amadores 4 172 12 de junho, 1929 Vários depoimentos de amadores Estética; revelação; Casa Pathé; Casa Kodak
Cinema de amadores 4 172b 12 de junho, 1929 Vários depoimentos de amadores Estética; revelação; Casa Pathé; Casa Kodak
Cinema de amadores 4 174 26 de junho, 1929 Sessão do Cine-Fone na “Dental Manufacturing Co.” no Brasil representado por Sr. Harvey Chalk; contradições em relação à chegada do som; já temos cinema falado brasileiro pelo menos o de amadores Óptica Ingleza; cinema falado;
Cinema de amadores 4 174b 26 de junho, 1929 Sessão do Cine-Fone na “Dental Manufacturing Co.” no Brasil representado por Sr. Harvey Chalk; contradições em relação à chegada do som; já temos cinema falado brasileiro pelo menos o de amadores Óptica Ingleza; cinema falado;
Cinema de amadores – O filme falado e colorido 4 176 10 de julho, 1929 Comparação com o cinema profissional que cai direto em um tecnicismo, progresso material EUA; cinema profissional; Kodak
Cinema de amadores – O filme falado e colorido 4 176b 10 de julho, 1929 Comparação com o cinema profissional que cai direto em um tecnicismo, progresso material EUA; cinema profissional; Kodak
Cinema de amadores 4 177 17 de julho, 1929 Cinema amador como passatempo científico; pede para amadores enviarem fotos e compartilharem as suas experiências, transcrever carta de Seliger
Cinema de amadores 4 177b 17 de julho, 1929 Cinema amador como passatempo científico; pede para amadores enviarem fotos e compartilharem as suas experiências, transcrever carta de Seliger
Cinema de amadores – Para ajudar os colegas 4 178 24 de julho, 1929 Terminologia cine-fotográfica Química; técnica
Cinema de amadores – Para ajudar os colegas 4 178b 24 de julho, 1929 Terminologia cine-fotográfica Química; técnica
Cinema de amadores – Terminologia Photográphica 4 179 31 de julho, 1929 Kodakeirias – Revisa fotográfica trimestral editada em castelhano pela Eastman Kodak em Rochester Química; técnica
Cinema de amadores – A terminologia photográfica 4 180 7 de agosto, 1929 cont. Kodakerias Química; técnica
Cinema de amadores – A terminologia photográfica 4 180b 7 de agosto, 1929 cont. Kodakerias Química; técnica
Cinema de amadores – A terminologia photográfica 4 181 14 de agosto, 1929 cont. Kodakerias
Cinema de amadores – os filtros, o iries e as máscaras 4 183 28 de agosto, 1929 Adesão à modas de estilo do cinema profissional; como a íris pode ser usada pelo amador
Cinema de amadores – os filtros, o iries e as máscaras 4 183b 28 de agosto, 1929 Adesão à modas de estilo do cinema profissional; como a íris pode ser usada pelo amador
Cinema de amadores 4 184 4 de setembro, 1929 Sátiro Borba, lançamento do “Cine-Club de Amadores”, preço do filme (para revelar ou já filmado) era de 7,50 por 100 pés (33 metros) – PREÇOS DO FILMES KODAK EM DÓLARES E O CÂMBIO DA ÉPOCA, lista de filmes da Kodascope Library, comparação com a Argentina, Borba filme Ponte Fatídica junto com “Grêmio de Atores Teatrais”, uma sociedade que ele era diretor Kodak
Cinema de amadores 4 185 11 de setembro, 1929 Os talkies em casa
Cinema de amadores 4 185b 11 de setembro, 1929 Os talkies em casa
Cinema de amadores 4 186 18 de setembro, 1929 Defesa do cinema de amadores e os cineastas do futuro ÓTIMA CITAÇÃO, elogia a criação de grupos de amadores, cita a progressão técnica (da pathé para a cine kodak para cine-fone…) Química; cinema brasileiro
Cinema de amadores 4 187 25 de setembro, 1929 O emprego dos prismas e como simplificar o seu uso Tradução; técnica
Cinema de amadores 4 187b 25 de setembro, 1929 O emprego dos prismas e como simplificar o seu uso Tradução; técnica
Cinema de amadores – Sombras e luzes – Factores de sucesso 4 188 2 de outubro, 1929 Filme Tahitiano – diálogo entre dois amadores, Fravis e Drexel comentando um filme americano Técnica; tradução
Cinema de amadores – Sombras e luzes – Factores de sucesso 4 188b 2 de outubro, 1929 Filme Tahitiano – diálogo entre dois amadores, Fravis e Drexel comentando um filme americano Técnica; tradução
Cinema de amadores – Kodacolor! 4 189 9 de outubro, 1929 Artigo retirado do jornal Bell & Howell de Joseph A. Dubray, ex-secretário da American Society of Cinematographers e hoje diretor técnico da seção de amadores da Bell & Howell Tradução
Cinema amadores – o factor continuidade – um análise do alicerce de um filme moderno 4 190 16 de outubro, 1929 O carro é como um automóvel: suas partes constitutivas não saem já definitivamente prontas nem concebidas do cérebro de um homem; mudanças estéticas e de técnica narrativa no cinema silencioso, “a continuidade é a base é o alicerce da construção perfeita de um filme moderno” Scenário; técnica narrativa decupagem
Cinema amadores – o factor continuidade – um análise do alicerce de um filme moderno 4 190b 16 de outubro, 1929 O carro é como um automóvel: suas partes constitutivas não saem já definitivamente prontas nem concebidas do cérebro de um homem; mudanças estéticas e de técnica narrativa no cinema silencioso, “a continuidade é a base é o alicerce da construção perfeita de um filme moderno” Scenário; técnica narrativa decupagem
Cinema brasileiro 4 190 16 de outubro, 1929 Foto Sérgio Barreto Filho
Cinema de amadores – os métodos profissionais na capital da filmlândia 4 191 23 de outubro, 1929 UMA VIRADA “INDUSTRIALISTA” Indústria; Hollywood; cinema falado/sonoro; ténica; progresso
Cinema de amadores – tripés, rebatedores, focos e exposição 4 192 30 de outubro, 1929 Visita de Seliger à redação de Cinema de Amadores, possível Congresso dos Amadores Brasileiros, cita projeção do filme de Ramão Planella de Porto Alegre, filme com viragens Técnica
Cinema de amadores – tripés, rebatedores, focos e exposição 4 192b 30 de outubro, 1929 Visita de Seliger à redação de Cinema de Amadores, possível Congresso dos Amadores Brasileiros, cita projeção do filme de Ramão Planella de Porto Alegre, filme com viragens Técnica
Cinema de amadores – Titulagem animada 4 194 13 de novembro, 1929 Texto de Herbert McKay (desenho de SBF) Tradução
Cinema de amadores – Um príncipe dos trucks fotográficos 4 195 20 de novembro, 1929 Texto de Frederick Waller, fotógrafo da Paramount Tradução; técnica
Cinema de amadores – Um príncipe dos trucks fotográficos 4 195b 20 de novembro, 1929 Texto de Frederick Waller, fotógrafo da Paramount Tradução; técnica
Cinema de amadores – Alexander Victor 4 196 27 de novembro, 1929 História de Alexander Victor Tradução; Victor
Cinema de amadores – Alexander Victor 4 196b 27 de novembro, 1929 História de Alexander Victor Tradução; Victor
Cinema de amadores – Estética Cinematográfica 4 197 4 de dezembro, 1929 Estética – “Apenas o bom senso deve indicar ao amador o que é a arte” – a “Cinemática” Estética; tratado
Cinema de amadores – Estética Cinematográfica 4 197b 4 de dezembro, 1929 Estética – “Apenas o bom senso deve indicar ao amador o que é a arte” – a “Cinemática” Estética; tratado
Cinema de amadores 4 198 11 de dezembro, 1929 “O cinema doméstico no Brasil já não é mais uma utopia”; correspondência entre amadores, livraria Edanee Amadores do Brasil
Cinema de amadores 4 198b 11 de dezembro, 1929 “O cinema doméstico no Brasil já não é mais uma utopia”; correspondência entre amadores, livraria Edanee Amadores do Brasil
Cinema de amadores 4 199 18 de dezembro, 1929 Cartas e fotos de Jorge Julien; criação da Amadores Brasileiros Cinematographicos (notícia publicado em O Globo) Cinema falado; Kodacolor
Cinema de amadores 4 199b 18 de dezembro, 1929 Cartas e fotos de Jorge Julien; criação da Amadores Brasileiros Cinematographicos (notícia publicado em O Globo) Cinema falado; Kodacolor
Cinema de amadores 4 200 25 de dezembro, 1929 Tradução revista Kodakery Técnica; cinema falado; teatro
Cinema de amadores 5 201 1 de janeiro, 1930 Luz! – “Que se a luz rola a terra, Deus colhe genios no céu” Técnica
Cinema de amadores 5 202 8 de janeiro, 1930 Ver é vender uma história que é um conselho – Histórias, crônica (traduzidas) Anedotário
Cinema dos Leitores 5 203 15 de janeiro, 1930 O ramo nupcial
Cinema de amadores – Comanda… Pilotar… Dirigir 5 204 22 de janeiro, 1930 Parábola, autoridade do diretor, bilheteria de Barro Humano, Carmen Santos em Barro Humano Anedotário
Cinema de amadores 5 205 29 de janeiro, 1930 Carta de Castor Victorino Coelho, ABC; cita Paschoal, chefe dos Laboratórios Pathé e R. Gandin, diretor geral da casa; ABC tem seção teatral e cinematográfica Cineamadores
Cinema de amadores – Uma rusga e uma aliança 5 206 5 de fevereiro, 1930 Tradução de Epes Sargent Tradução
Cinema de amadores – O cinema e as ciências naturais 5 207 12 de fevereiro Tradução, Exposição de Cinematografia Educativa realizada na Escola Pública da Praça Duque de Caxias, Rio de Janeiro, transcrição conferência Dr. Carlos Werneck, diretor da Escola Normal do Distrito Federal Educação; ciência
Cinema de amadores – O cinema e as ciências naturais 5 207b 12 de fevereiro Tradução, Exposição de Cinematografia Educativa realizada na Escola Pública da Praça Duque de Caxias, Rio de Janeiro, transcrição conferência Dr. Carlos Werneck, diretor da Escola Normal do Distrito Federal Educação; ciência
Cinema de amadores – Cinema e Zoologia 5 208 19 de fevereiro, 1920 Segundo Número de Trocha Agosta, revista argentina editada para os amadores portenhos Tradução; educação; ciência; técnica
Cinema de amadores – Cinema e Zoologia 5 208b 19 de fevereiro, 1920 Segundo Número de Trocha Agosta, revista argentina editada para os amadores portenhos Tradução; educação; ciência; técnica
Cinema de amadores – Os trucs 5 209 26 de fevereiro, 1930 Cita Caligari, os futuristas Técnica
Cinema de amadores – Os trucs 5 209b 26 de fevereiro, 1930 Cita Caligari, os futuristas Técnica
Cinema de amadores – Um príncipe dos trucs fotográficos 5 210 5 de março, 1930 Tradução – Frederick Walker Técnica
Cinema de amadores – A câmara, o projector e o film Homovie 5 211 12 de março, 1930 Lançamento nos EUA da Homovie
Cinema de amadores – Titulagem 5 212 19 de março, 1930 Titulagem, consta crítica ao circuito exibidor, titulagem e cinema silencioso Técnica
Cinema de amadores – Titulagem 5 212b 19 de março, 1930 Titulagem, consta crítica ao circuito exibidor, titulagem e cinema silencioso Técnica
Cinema de amadores – Titulagem 5 212c 19 de março, 1930 Titulagem, consta crítica ao circuito exibidor, titulagem e cinema silencioso Técnica
Cinema de amadores 5 214 2 de abril, 1930 As armas – continuidade cinematográfica Continuidade; técnica
Cinema de amadores 5 217 23 de abril, 1930 Ainda os trucs Técnica
Cinema de amadores 5 217b 23 de abril, 1930 Ainda os trucs Técnica
Cinema de amadores 5 218 30 de abril, 1930 Nova câmera Zeiss-Ikon Kinamo; cartas de fans americanos; projeção de filme em casa como substituição do circuito exibidor (muito criticado) Cinema falado; técnica
Cinema de amadores 5 218b 30 de abril, 1930 Nova câmera Zeiss-Ikon Kinamo; cartas de fans americanos; projeção de filme em casa como substituição do circuito exibidor (muito criticado) Cinema falado; técnica
Cinema de amadores 5 219 7 de maio, 1930 A função de um filtro – Filme pancromático e ortocromático Técnica
Cinema de amadores 5 219b 7 de maio, 1930 A função de um filtro – Filme pancromático e ortocromático Técnica
Cinema de amadores 5 220 14 de maio, 1930 Filme “Meu primeiro amor” e casamento de Ruy Galvão e Glória Santos; cita “Societé Anonyme Franco-Bresilienne da Pathé-Baby”; R. Gadin e Paschoal Cineamadores
Cinema de amadores 5 221 21 de maio, 1930 O valor de uma lente Cinema de amadores
Cinema de amadores 5 221b 21 de maio, 1930 O valor de uma lente Cinema de amadores
Cinema de amadores 5 222 28 de maio, 1930 Notas por um colega – tradução: Wayne Shoemaker Tradução
5 222 28 de maio, 1930 A primeira diretora do cinema brasileiro
Cinema de amadores 5 224 11 de junho, 1930 Aviação e cinema – A visita do Graf Zepellin Cineamadores
Cinema de amadores 5 224b 11 de junho, 1930 Aviação e cinema – A visita do Graf Zepellin Cineamadores
Cinema de amadores 5 224c 11 de junho, 1930 Aviação e cinema – A visita do Graf Zepellin Cineamadores
Cinema de amadores 5 226 25 de junho, 1930 Titulando cenas Técnicas
Cinema de amadores 5 226b 25 de junho, 1930 Titulando cenas Técnicas
Cinema de amadores 5 227 2 de julho, 1930 Direção simplificada Técnica
Cinema de amadores 5 227b 2 de julho, 1930 Direção simplificada Técnica
Cinema de amadores 5 229 16 de julho, 1930 Cuidemos da projeção
Cinema de amadores 5 229b 16 de julho, 1930 Cuidemos da projeção
Cinema de amadores 5 230 23 de julho, 1930 A propósito da Casa Pathé – Amador Sr. Ramão Planella, Santana do Livramento (Rio Grande do Sul) envia fotos dos aparelhos de projeção e adaptação para corrrigir “defeito”; do aparelho e resposta do Sr. Gaudin, cartas de Recife perguntando sobre venda de aparelhos Pathé na cinema Cineamadores
Cinema de amadores 5 230b 23 de julho, 1930 A propósito da Casa Pathé – Amador Sr. Ramão Planella, Santana do Livramento (Rio Grande do Sul) envia fotos dos aparelhos de projeção e adaptação para corrrigir “defeito”; do aparelho e resposta do Sr. Gaudin, cartas de Recife perguntando sobre venda de aparelhos Pathé na cinema Cineamadores
Cinema de amadores 5 231 30 de julho, 1930 A biographia de um club (Phantasia) – Diálogo genial entre amadores, filme Revezes da vida Anedotário
Cinema de amadores 5 231b 30 de julho, 1930 A biographia de um club (Phantasia) – Diálogo genial entre amadores, filme Revezes da vida Anedotário
Cinema de amadores 5 232 6 de agosto, 1930 Novidades da indústria – cita vários fabricantes e cita Marion Norris Gleason de Rochester, “Como escrever os scenários” Aparelhos; técnica
Cinema de amadores 5 232b 6 de agosto, 1930 Novidades da indústria – cita vários fabricantes e cita Marion Norris Gleason de Rochester, “Como escrever os scenários” Aparelhos; técnica
Cinema de amadores 5 233 13 de agosto, 1930 Usemos as telephotos Técnica
Cinema de amadores 5 233b 13 de agosto, 1930 Usemos as telephotos Técnica
Cinema de amadores 5 234 20 de agosto, 1930 A poesia da machina – Cita La Roue, Fernanda Lerger, Dudley Murphy, Henry Chomette, René Clair, “La tour Eiffel”, Joris Ivens é um jovem amador holandês
Cinema de amadores 5 234b 20 de agosto, 1930 A poesia da machina – Cita La Roue, Fernanda Lerger, Dudley Murphy, Henry Chomette, René Clair, “La tour Eiffel”, Joris Ivens é um jovem amador holandês
Cinema de amadores 5 235 27 de agosto, 1930 O incêndio de São Paulo Anedotário
Cinema de amadores 5 236 3 de setembro, 1930 Continua o assunto do incêndio; continuidade; Feira Internacional de Amostras das casas Lutz, Ferrando & Cia.; Herm Stuble & Cia., cita Bolex (que nem sempre aparece) Técnica; anedotário; câmeras
Cinema de amadores 5 236b 3 de setembro, 1930 Continua o assunto do incêndio; continuidade; Feira Internacional de Amostras das casas Lutz, Ferrando & Cia.; Herm Stuble & Cia., cita Bolex (que nem sempre aparece) Técnica; anedotário; câmeras
Cinema de amadores 5 237 10 de semtembro, 1930 O hábito faz o monge – Estudo do Typo por um dos chefes da Amateur Cinema League
Cinema de amadores 5 237b 10 de setembro, 1930 O hábito faz o monge – Estudo do Typo por um dos chefes da Amateur Cinema League
Cinema de amadores 5 239 24 de setembro, 1930 Os impostos e os amadores – Legislação internacional sobre equipamentos e materiais de amadores
Cinema de amadores 5 239b 24 de setembro, 1930 Os impostos e os amadores – Legislação internacional sobre equipamentos e materiais de amadores
Cinema de amadores 5 240 1 de outubro, 1930 Todos são amadores! – Artistas Hollywoodianos que usam equipamentos amadores, façam cinema em casa, filme de família; Narra uma ida à casa Lutz e recebe reprimenda por ter criticado o empregado da casa Anedotário
Cinema de amadores 5 240b 1 de outubro, 1930 Todos são amadores! – Artistas Hollywoodianos que usam equipamentos amadores, façam cinema em casa, filme de família; Narra uma ida à casa Lutz e recebe reprimenda por ter criticado o empregado da casa Anedotário
Cinema de amadores 5 240b 1 de outubro, 1930 Todos são amadores! – Artistas Hollywoodianos que usam equipamentos amadores, façam cinema em casa, filme de família; Narra uma ida à casa Lutz e recebe reprimenda por ter criticado o empregado da casa Anedotário
Cinema de amadores 5 241 8 de outubro, 1930 É pelo jornal que se deve começar – Bibliotecas de filmes Kodascope Library, Cine Arte, Filmo Library, incentiva a fazer cine jornais
Cinema de amadores 5 242 15 de outubro, 1930 Velocidade e exposição Técnica
Cinema de amadores 5 243 22 de outubro, 1930 A miniatura – Hollywood Técnica
Cinema de amadores 5 243b 22 de outubro, 1930 A miniatura – Hollywood Técnica
Cinema de amadores 5 244 29 de outubro, 1929 O turismo e a filmagem no estrangeiro Técnica
Cinema de amadores 5 244b 29 de outubro, 1929 O turismo e a filmagem no estrangeiro Técnica
Cinema de amadores 5 245 5 de novembro, 1930 Perguntas e respostas Técnica
Cinema de amadores 5 245b 5 de novembro, 1930 Perguntas e respostas Técnica
Cinema de amadores 5 248 27 de novembro, 1930 A garotada e o cinema
Cinema de amadores 5 249 3 de novembro, 1930 Photographia Aérea
Cinema de amadores 5 250 10 de dezembro, 1930 Conselhos de um amador americano – texto D. O. Mac Glehan Tradução
Cinema de amadores 5 250b 10 de dezembro, 1930 Conselhos de um amador americano – texto D. O. Mac Glehan Tradução
Cinema de amadores 5 251 17 de dezembro, 1930 Como é fácil escrever um scenário (Um exemplo para os nossos leitores) Técnica; continuidade
Cinema de amadores 5 251b 17 de dezembro, 1930 Como é fácil escrever um scenário (Um exemplo para os nossos leitores) Técnica; continuidade
Cinema de amadores 5 252 24 de dezembro, 1930

Filmes e não cartões postais
Cinema de amadores 5 252b 24 de dezembro, 1930

Filmes e não cartões postais
Cinema de amadores 5 253 31 de dezembro, 1930 Diálogo com amador Anedotário
Cinema de amadores 6 254 7 de janeiro, 1931 Scenas de emoção – Decupagem de cenas de narração: desastre de automóvel, incêndio, encontro de trem e automóvel, salvamento de um criança, salto de um carro para o outro Técnica
Cinema de amadores 6 255 14 de janeiro, 1931 Filmando as fábricas – filme comercial; técnica da scenarização do filme industrial: 1) Uma companhia manufatureira – 2) Uma casa comercial Técnica
Cinema de amadores 6 256 21 de janeiro, 1931 A fotografia do futuro – Tradução – Dr. Dureau, “Ciné-Journal” – cinema de família como a fotografia viva das cenas de todos dos dias que tratamos de fixar nos arquivos dos nossos sentimentos; documento de felicidade; Engenheiro brasileiro que inventou a lanterna refretária de calor, Sr. Archimimo Rebelo, Manaus. Aparelho se chamava “Babilon” Tradução; filme de família
Cinema de amadores 6 257 28 de janeiro, 1931 Sincronismo no lar – Cita Edison e o fonógrafo Técnica; cinema falado
Cinema de amadores 6 257b 28 de janeiro, 1931 Sincronismo no lar – Cita Edison e o fonógrafo Técnica; cinema falado
Cinema de amadores 6 258 4 de feveiro, 1931 Catálogos e literatura do cineamador, circulação dos filmes profissionais nas bitolas menores, versões, problemas de tradução
Cinema de amadores 6 258b 4 de feveiro, 1931 Catálogos e literatura do cineamador, circulação dos filmes profissionais nas bitolas menores, versões, problemas de tradução
Cinema de amadores 6 259 11 de fevereiro, 1931 Dificuldades de filmagem – Porblema do edge fog, carregamento da câmera Técnica
Cinema de amadores 6 260 18 de fevereiro Algumas considerações em torno do cinema de amadores no Brasil; carta de Sátiro Borba Cineamadores; profissionalização
Cinema de amadores 6 260b 18 de fevereiro Algumas considerações em torno do cinema de amadores no Brasil; carta de Sátiro Borba Cineamadores; profissionalização
Cinema de amadores 6 261 25 de fevereiro, 1931 Película de amadores com enredo, film de turismo, filme educativo, filmes que mostram as grandes ou pequenas indústrias Profissional; técnica narrativa; continuidade
Cinema de amadores 6 262 4 de março, 1931 Perguntas e respostas Técnica; cinemamadores; anedotário
Cinema de amadores 6 263 11 de março, 1931 Qual a razão dos filtro? – Filme pancromático e ortocromático Técnica
Cinema de amadores 6 263b 11 de março, 1931 Qual a razão dos filtro? – Filme pancromático e ortocromático Técnica
Cinema de amadores 6 264 18 de março, 1931 O apoio do phonógrafo Comércio
Cinema de amadores 6 265 25 de março, 1931 Cenas de luta tremenda para dar vida à história Técnica narrativa; decupagem
Cinema de amadores 6 265b 25 de março, 1931 Cenas de luta tremenda para dar vida à história Técnica narrativa; decupagem
Cinema de amadores 6 266 1 de abril, 1931 Os profissionais também são amadores – Todo o Hollywood apanho o vício do Cine-amadorismo; diversas fotos de atores com câmeras amadores
Cinema de amadores 6 266b 1 de abril, 1931 Os profissionais também são amadores – Todo o Hollywood apanho o vício do Cine-amadorismo; diversas fotos de atores com câmeras amadores
Cinema de amadores 6 267 8 de abril, 1931 O filme reduzido percorre as escolas – Um convite de Castor Victorino Coelho da ABC
Cinema de amadores 6 268 15 de abril, 1931 Os vossos primeiros 50 filmes – tradução Manual Kodak; diversos scenário Tradução; Kodak; técnica narrativa
Cinema de amadores 6 270 29 de abril, 1931 Os vossos primeiros 50 filmes Tradução; Kodak; técnica narrativa
Cinema de amadores 6 271 6 de maio, 1931 Continuação – tradução Tradução; Kodak; técnica narrativa
Cinema de amadores 6 272 20 de maio, 1931 Anuncia queda de preços da Casa Pathé, entrevista com Aron Neumann, chefe da seção de ventas, alemão de nacionalidade, o qual presentemente dedica suas atividades na América do Sul, e em especial no Brasil, para a expansão do Cinema no lar Pathé; anedotário
Cinema de amadores 6 273 20 de maio, 1931 Continuação Tradução; Kodak; técnica narrativa
Cinema de amadores 6 275 3 de julho, 1931 Os vossos primeiros 50 filmes
Cinema de amadores 6 278 21 de junho, 1931 NOTAS SOBRE A ABC – Indica manuais de referência Cineamadores; Pathé
Cinema de amadores 6 279 1 de julho, 1931 Continuação Tradução; Kodak; técnica narrativa
Cinema de amadores 6 280 8 de julho, 1931 Colaboração Sátiro Borba Cineamadores
Cinema de amadores 6 281 15 de julh0, 1931 Algumas consideração em torno da sua técnica particular Técnica
Cinema de amadores 6 283 29 de julho, 1931 Amadores Brasileiros Cinematográficos – Cópia do Relatório apresentado ao Departamento Técnico em 16 de maio de 1931; projeção de filmes em 9.5mm na Cinédia com Humberto Mauro, Adhemar Gonzaga e outros; Cineamadores
Cinema de amadores 6 284 5 de agosto, 1931 Questões de laboratório Cineamadores
Cinema de amadores 6 284b 5 de agosto, 1931 Questões de laboratório Cineamadores
Cinema de amadores 6 285 12 de agosto, 1931 Os filmes educativos – tipos de amadores; cita catálogo Pathé Cineamadores
Cinema de amadores 6 286 19 de agosto, 1931 O meio mais simples Cineamadores
Cinema de amadores 6 287 26 de agosto, 1931 Projeção e audição – O fonógrafo
Cinema de amadores 6 288 2 de setembro, 1931 Reclamação de uma casa de locação de filme e qualidade das cópias disponíveis; conversação de filme Cineamadores
Cinema de amadores 6 289 9 de setembro, 1931 Ata da ABC
Cinema de amadores 6 294 14 de outubro, 1931 As companhias para amadores – filme de enredo; hierarquia das funções Técnica; equipe
Cinema de amadores 6 294b 14 de outubro, 1931 As companhias para amadores – filme de enredo; hierarquia das funções Técnica; equipe
Cinema de amadores 6 295 21 de outubro, 1931 Sobre a direção – trabalho do diretor; o diretor amador é também o operador da câmera Técnica; equipe; continuidade
Cinema de amadores 6 295b 21 de outubro, 1931 Sobre a direção – trabalho do diretor; o diretor amador é também o operador da câmera Técnica; equipe; continuidade
Cinema de amadores 6 296 29 de outubro, 1931 Interpretação – exercícios de interpretação, tipos faciais Técnica; equipe
Cinema de amadores 6 296b 29 de outubro, 1931 Interpretação – exercícios de interpretação, tipos faciais Técnica; equipe
Cinema de amadores 6 298 11 de novembro, 1931 Montagem e iluminação – economia; filmagem em internas e externas Técnica
Cinema de amadores 6 299 18 de novembro, 1931 Maquilagem Anedotário; equipe
Cinema de amadores 6 300 25 de novembro, 1931 As actividades dos amadores – Anúncio da Sociedade Cinematográfica de Amadores no Meyer que inclui Jurandyr Noronha; intercâmbio entre ABC e a SCA; alteração do quadro técnico da ABC; lista integrantes da ABC Cineamadores
Cinema de amadores 6 302 9 de dezembro, 1931 Maquilagem (continuação) Cineamadores; equipe
Cinema de amadores 6 305 30 de dezembro, 1931 Questões de técnica – I A câmera para amadres – A nova câmera Movex-Kino (agfa); predilação pela Victor Técnica; equipamento; Kodak; Pathé; Victor
Cinema de amadores 6 305b 30 de dezembro, 1931 Questões de técnica – I A câmera para amadres – A nova câmera Movex-Kino (agfa); predilação pela Victor Técnica; equipamento; Kodak; Pathé; Victor
Cinema de amadores 7 306 6 de janeiro, 1932 título Técnica; equipamento; Kodak; Pathé; Hollywood
Cinema de amadores 7 309 27 de janeiro, 1932 Questões técnicas – III A câmera em ação Técnica; equipamento; Victor
Cinema de amadores 7 311 10 de fevereiro, 1932 Questões técnicas – IV Direção e interpretação
Cinema de amadores 7 314 2 de março, 1932 Questões técnicas – V A interpretação Técnica
Cinema de amadores 7 314b 2 de março, 1932 Questões técnicas – V A interpretação Técnica
Cinema de amadores 7 316 16 de março, 1932 Questões técnicas – V Os títulos – Kodak Autográfica Técnica
Cinema de amadores 7 320 13 de abril, 1932 Questões técnicas – VI A revelação e a cópia Técnica; química
Cinema de amadores 7 320b 13 de abril, 1932 Questões técnicas – VI A revelação e a cópia Técnica; química
Cinema de amadores 7 322 27 de abril, 1932 Questões técnicas – VII Edição Técnica
Cinema de amadores 7 324 11 de maio, 1932 Questões técnicas – VII Os “trucs” – animação Técnica
Cinema de amadores 7 324b 11 de maio, 1932 Questões técnicas – VII Os “trucs” – animação Técnica
Cinema de amadores 7 326 25 de maio, 1932 Questões técnicas – IX o “stop motion”
Cinema de amadores 7 326b 25 de maio, 1932 Questões técnicas – IX o “stop motion”
Cinema de amadores 7 328 8 de junho, 1932 X O scenario
Cinema de amadores 7 336 3 de agosto, 1932 Questões técnicas – Conclusão – Os projetores e a projeção Técnica; projetores
Cinema de amadores 7 336b 3 de agosto, 1932 Questões técnicas – Conclusão – Os projetores e a projeção Técnica; projetores
Cinema de amadores 7 338 17 de agosto, 1932 Vocabulário cinematográfico Técnica
Cinema de amadores 7 338b 17 de agosto, 1932 Vocabulário cinematográfico Técnica
Cinema de amadores 7 340 31 de agosto, 1932 Vocabulário cinematográfico Técnico
Cinema de amadores 7 342 14 de setembro, 1932 Vocabulário cinematográfico Técnico
Cinema de amadores 7 344 28 de setembro, 1932 Vocabulário cinematográfico Técnica
Cinema de amadores 7 344b 28 de setembro, 1932 Vocabulário cinematográfico Técnica
Cinema de amadores 7 348 26 de outubro, 1932 Como aperfeiçoar o seu filme? Técnica; cineamadores
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Cinema de amadores 8 361 15 de fevereiro, 1933 A consagração popular – filmagem do jornal cinematográfio; eventos e apoteoses; carnaval Técnica
Obituário 8 365 15 de abril, 1933 Sérgio Barreto Filho